31/01/12

Problemas de criação literária e finitude.




Lá em Luminárias, a gente chama esse bichinho (Hemidactylus mabouia) que vive nas paredes das casas, entulhos, construções, frestas de telhados: de camaleão (porque muda de cor).

Em outros lugares, chamam o bichinho de lagartixa (segundo a wikipédia, no Centro-Oeste chamam de taruíra; e no Nordeste, de víbora). Mas, lagartixa, em Luminárias, até onde eu me lembre, é esse bichinho aqui em baixo (Psammodromus algirus). Que vive no mato. 



Questão insolúvel.


***
Cheever é um excelente narrador. Estou lendo os 28 contos de John Cheever (Companhia das Letras, 2010) e gostando bastante. Mas, em alguns contos, senti o final descendo abrupto, como se o conto precisasse terminar por uma questão de caracteres. E fica aquela sensação de texto inacabado. Mas, talvez, seja apenas expectativa do leitor admirado - e ao mesmo tempo aflito - diante do fim de um texto saboroso. Nunca é fácil lidar com a finitude (tampouco, com o infinito).


3 comentários:

Bruna Mitrano disse...

ué, é o contrário. a de cima é lagartixa e o de baixo, camaleão.
sabe,
tenho pensado em pensar sobre a finitude.

Diego Moraes disse...

O escritor é um bichinho que muda de cor, Marcão.

Marcos Vinícius Almeida disse...

Bruna, ainda não resolvi a questã.